Mariana foi mantida em cárcere privado por seu companheiro durante vários meses. Nesse período, sofreu restrições à sua liberdade, controle de suas relações sociais e dependência emocional e financeira. Após a prisão do agressor, familiares e amigos demonstraram surpresa ao perceber que Mariana passou a defendê-lo publicamente, minimizando os episódios de violência e afirmando que ele "não era uma pessoa má". Em entrevistas, ela relatou sentimentos de afeto e preocupação com o agressor, além de resistência em colaborar com as investigações.
Considerando os estudos criminológicos sobre vitimologia e as síndromes relacionadas ao comportamento das vítimas, indique, com fundamentos teóricos, qual é a síndrome comportamental que pode ser relacionada com a situação apresentada.

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