c) Classificação das atividades segundo seus principais interesses culturais: físico-esportivo, artístico, manual, social, intelectual, turístico, virtual ou comunitário.

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  1. c) Classificação das atividades segundo seus principais interesses culturais: físico-esportivo, artístico, manual, social, intelectual, turístico, virtual ou comunitário.
  2. d) Análise das possibilidades de inclusão da pessoa idosa: acessibilidade, baixo custo, adaptação, segurança, convivência, autonomia e diversidade.
  3. e) Identificação de lacunas: quais tipos de atividades aparecem pouco ou não aparecem nos materiais analisados?

Produto esperado: quadro-síntese dos dois materiais analisados e texto analítico de 1 a 2 páginas, articulando os achados com Marcellino (1987; 1996), Bramante (1998), Camargo (1986; 1998), Requixa (1977), Medeiros (1959), Gomes (2014) e/ou Schwartz (2003).

PARTE II – MATRIZ TÉCNICA DE PLANEJAMENTO LÚDICO

Com base no diagnóstico documental realizado na Parte I, elabore uma matriz técnica de planejamento para orientar a criação de um programa de lazer para pessoas idosas. A matriz técnica de planejamento deverá considerar os seguintes critérios:

  1. a) ​Diversidade das práticas: verificar se o programa contempla mais de um tipo de interesse cultural do lazer, como práticas físico-esportivas, artísticas, manuais, sociais, intelectuais, turísticas, virtuais ou comunitárias.
  2. b) Acessibilidade: analisar se as atividades podem ser realizadas por pessoas com diferentes níveis de mobilidade, escolaridade, experiência prévia e familiaridade com a proposta.
  3. c) Autonomia: observar se a pessoa idosa é tratada como participante ativa do processo, com possibilidade de escolha, opinião e participação, ou apenas como receptora passiva da atividade.
  4. d) Ludicidade: verificar se a proposta oferece espaço para prazer, criatividade, jogo, expressão, imaginação, convivência e envolvimento espontâneo dos participantes.
  5. e) Segurança: analisar se a atividade considera possíveis riscos físicos, fadiga, limitações funcionais, materiais adequados, organização do espaço e necessidade de adaptação.
  6. f) Baixo custo: verificar se a proposta pode ser realizada com materiais simples, acessíveis, reaproveitáveis ou disponíveis na própria instituição/comunidade.
  7. g) Inclusão social: observar se a atividade favorece vínculos, cooperação, pertencimento, interação entre os participantes e valorização das diferentes histórias de vida.
  8. h) Fundamentação teórica: analisar se a proposta dialoga com autores clássicos do lazer e da recreação, articulando conceitos como lazer, ludicidade, cultura, autonomia, participação social e envelhecimento.

Produto esperado: matriz preenchida e breve comentário crítico explicando como essa matriz ajuda o profissional a planejar atividades sem reduzir o lazer a passatempo, ocupação vazia ou distração.

PARTE III – PROPOSTA DE PROGRAMA LÚDICO DE LAZER E RECREAÇÃO

Elabore um programa original de lazer e recreação para pessoas idosas, com base nos materiais analisados e nos autores estudados. O programa deverá conter:

  1. a) Título do programa.
  2. b) Justificativa teórica de 1 a 2 páginas.
  3. c) Objetivo geral.
  4. d) Três objetivos específicos.
  5. e) Público-alvo hipotético, sem coleta de dados reais.
  6. f) Descrição de três atividades, sendo uma prática corporal ou esporte adaptado, uma atividade artístico-expressiva e uma atividade cognitivo-recreativa.
  7. g) Proposta de avaliação técnica do programa, sem aplicação com pessoas.

Cada atividade deverá apresentar: nome da atividade, objetivo, fundamentação teórica, materiais necessários, duração, organização do espaço, adaptações para diferentes níveis funcionais, cuidados de segurança e forma de mediação do profissional. A avaliação deverá ser feita de modo técnico e ex ante, isto é, antes da aplicação do programa. O estudante poderá propor checklist de adequação gerontológica, rubrica de ludicidade e inclusão, análise de viabilidade dos materiais, análise de riscos, possibilidades de adaptação e coerência entre objetivos, atividades e fundamentação teórica. Não deverão ser utilizadas escalas aplicadas em pessoas idosas, entrevistas, questionários, registros de fala, fotografias ou observação de participantes.

PARTE IV – VÍDEO DE APRESENTAÇÃO

Grave um vídeo de até 3 minutos apresentando a proposta elaborada. Após a gravação, publique o vídeo no YouTube como não listado ou envie-o para um serviço de armazenamento em nuvem, como Google Drive ou OneDrive. Em seguida, copie o link de acesso e cole-o no campo indicado no formulário da atividade.
Atenção: antes do envio, verifique se o link está funcionando corretamente e se a permissão de acesso está habilitada para visualização.

O vídeo deverá conter:
a) Identificação do estudante e da disciplina.
b) Breve explicação dos dois materiais públicos analisados.
c) Principais lacunas encontradas.
d) Síntese do programa lúdico proposto.
e) Fundamentação teórica principal.
f) Explicação de por que a atividade não envolveu coleta direta com seres humanos.

Atenção: o vídeo não deve mostrar pessoas idosas, profissionais, usuários de serviços, imagens internas de instituições com participantes ou qualquer dado identificável.

 

Nossa equipe é composta por profissionais especializados em diversas áreas, o que nos permite oferecer uma assessoria completa na elaboração de uma ampla variedade de atividades. Estamos empenhados em garantir a autenticidade e originalidade de todos os trabalhos que realizamos.

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