Natural que os frequentadores do Vale do Silício Brasileiro, que passam quase 12 horas por dia no trabalho, se espelhem no país vizinho. Apesar das influências externas, é sobretudo a dinâmica pautada na lógica capitalista que dita a identidade coletiva.
Para Marcelo Ribas, advisor em um escritório de advocacia, que trabalha na rua há 10 anos, a vivência transcende o trabalho. “Criou-se um polo e a gente acaba resolvendo a vida por aqui. Moradia, mercado, clube, academia, bar, restaurante. É como dizem por aí, o Condado”.
Fonte: https://istoe.com.br/os-novos-faria-limers-mais-informais-menos-isolados/. Acesso em: 17 jun. 2024. (Adaptado).


