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Ao votar pela anulação, o relator enfatizou que o Art. 477, §§ 2º e 3º, do CPC determina que, em caso de impugnação ao laudo oficial, o perito deve ser intimado para esclarecer as dúvidas. “Descumprir referidos comandos incorreu em cerceamento de defesa, encerrando a instrução de forma prematura”, afirmou.

Além disso, o magistrado destacou precedentes do STJ que reforçam a necessidade de preservar o contraditório e a ampla defesa, especialmente em ações que dependem de perícia técnica para determinar o valor de indenizações.

A concessionária recorreu, alegando que a decisão desconsiderou as impugnações à perícia. Foram levantadas dúvidas sobre a metodologia e inconsistências que poderiam alterar o valor da indenização. Para a empresa, o juiz não oportunizou que o perito esclarecesse os pontos contestados antes da prolação da sentença.

Ao votar pela anulação, o relator enfatizou que o Art. 477, §§ 2º e 3º, do CPC determina que, em caso de impugnação ao laudo oficial, o perito deve ser intimado para esclarecer as dúvidas. “Descumprir referidos comandos incorreu em cerceamento de defesa, encerrando a instrução de forma prematura”, afirmou.

Por unanimidade, a 11ª Câmara de Direito Público do TJ/SP anulou a sentença em processo de desapropriação movido por concessionária de energia elétrica contra dois proprietários de imóvel no município de Andradina/SP. O colegiado determinou o retorno do processo à vara de origem para que fossem esclarecidas divergências técnicas e de valores do terreno.

A concessionária recorreu, alegando que a decisão desconsiderou as impugnações à perícia. Foram levantadas dúvidas sobre a metodologia e inconsistências que poderiam alterar o valor da indenização. Para a empresa, o juiz não oportunizou que o perito esclarecesse os pontos contestados antes da prolação da sentença.

REFLEXÃOA atuação ética e tecnicamente fundamentada do avaliador é indispensável. O caso mostra como o mercado imobiliário e o judiciário dependem de perícias confiáveis para garantir justiça e segurança.

Por unanimidade, a 11ª Câmara de Direito Público do TJ/SP anulou a sentença em processo de desapropriação movido por concessionária de energia elétrica contra dois proprietários de imóvel no município de Andradina/SP. O colegiado determinou o retorno do processo à vara de origem para que fossem esclarecidas divergências técnicas e de valores do terreno.

EXPERIMENTAÇÃOImagine que você, como futuro gestor imobiliário, seja chamado a auxiliar em uma avaliação que servirá de base para indenização em uma desapropriação. Um laudo malfeito pode resultar em indenização injusta, anulação de sentença e até responsabilização profissional.

REFLEXÃO A atuação ética e tecnicamente fundamentada do avaliador é indispensável. O caso mostra como o mercado imobiliário e o judiciário dependem de perícias confiáveis para garantir justiça e segurança.

SIGNIFICAÇÃONo caso julgado pelo TJ-SP, a desapropriação foi anulada justamente porque não houve resposta adequada às impugnações feitas contra a perícia apresentada. Esse episódio reforça a importância da técnica, da imparcialidade e da clareza nas avaliações.

EXPERIMENTAÇÃOImagine que você, como futuro gestor imobiliário, seja chamado a auxiliar em uma avaliação que servirá de base para indenização em uma desapropriação. Um laudo malfeito pode resultar em indenização injusta, anulação de sentença e até responsabilização profissional.

PROBLEMATIZAÇÃOA avaliação de imóveis é parte fundamental em diversas operações, inclusive nos processos de desapropriação. Quando há divergências nos laudos periciais, pode ocorrer insegurança jurídica, prejudicando tanto o poder público quanto os proprietários.

SIGNIFICAÇÃONo caso julgado pelo TJ-SP, a desapropriação foi anulada justamente porque não houve resposta adequada às impugnações feitas contra a perícia apresentada. Esse episódio reforça a importância da técnica, da imparcialidade e da clareza nas avaliações.

Questionamento 3Após as respostas dos questionamentos dos Estudos de Caso, você, como profissional da área, decide divulgar e conscientizar de forma científica a sua comunidade sobre algo muito comum que acontece em casos de polifarmácia e

ENTREGA DA ATIVIDADE (O QUE DEVE SER ENVIADO):Questionamento 1: Explicação sobre a polifarmácia nos estudos de caso + influência da polifarmácia na farmacologia e nos idosos.

Questionamento 2Liste as principais doenças crônicas que foram examinadas nos dois estudos de caso. Escolha um fármaco de cada estudo de caso utilizados no tratamento de uma das doenças crônicas discutidas, e crie uma ficha de medicamento, contendo as seguintes informações:

Questionamento 3 Após as respostas dos questionamentos dos Estudos de Caso, você, como profissional da área, decide divulgar e conscientizar de forma científica a sua comunidade sobre algo muito comum que acontece em casos de polifarmácia e

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